04.07.2008
Um dos desafios mais instigantes dentro da corrida de aventura já tem sua prova final definida.
Um dos desafios mais instigantes dentro da corrida de aventura já tem sua prova final definida. O Land Rover G4 Challenge acontecerá no Deserto de Gobi, na Mongólia, em 2009, e contará com equipes de 18 países, inclusive o Brasil.
A seletiva brasileira acontecerá em novembro mas ainda não foi divulgado o local. A prova envolve disputa de canoagem, técnicas verticais, mountain bike e rally a bordo dos carros da Land Rover, com os quais os participantes fazem o deslocamento na prova.
A definição de quais duplas irão para a Mongólia será em fevereiro de 2009, na Inglaterra, na seletiva internacional.
Enquanto isso os países participantes fazem suas seletivas nacionais de onde saem as duas duplas mais bem classificadas.
O deserto da Mongólia é um dos lugares mais inóspitos do planeta, onde as temperaturas podem alcançar níveis escaldantes durante o dia, e chegar a números abaixo de zero durante a noite. A vegetação árida da região é encontrada entre montanhas que compõe o local.
“Todos os envolvidos na competição estão muito empolgados com a confirmação da Mongólia como local que abrigará as finais do desafio em 2009. Nossa equipe de reconhecimento tem trabalhado duro para identificar rotas que façam, tanto nossos veículos quanto os competidores, chegarem aos seus limites”, disse Ed Tilston, gerente do G4.
Já o diretor da prova, Rikard Beckman, fez um alerta aos atletas. ”Na Mongólia, os lugares remotos são realmente remotos, e nos permitirá ficar isolados da civilização por semanas. Será uma questão de sobrevivência”. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site
www.landroverg4challenge.com.
Ajuda - Nesta edição de 2008/2009, o G4 Challenge se uniu à Federação Internacional formada pela Cruz Vermelha e irá arrecadar cerca de 1 milhão de libras. Cada país participantes também arrecadará fundos para a Cruz Vermelha local, e a dupla vencedora ganhará uma Land Rover que será doada para a instituição do seu país.
A passagem da prova pela Mongólia renderá doações também para a Cruz Vermelha local. Serão feitas ajudas com serviços médicos, projetos sociais e melhores condições de vida para cerca de dez mil pessoas que vivem na região.